Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Necessidades
Não estou precisando de quase nada. Só de alimento pra vida. Para a alma, um pouco de leveza, sim, porque o peso que sinto ainda vai me matar de sufoco de coisa maior. Para o corpo, mais gestos, mais afago, mais sensibilidade ao caminhar, ao ver as ruas do Recife, as casas das avós que viraram prédios, os teatros, os museus e as casas de putas que, sendo sincero, merecem respeito e admiração. Não estou precisando de quase nada, só de um pouco de juventude na veia, um empurrão com sabor de nostalgia...do futuro, do que está por vir. Eu ainda quero o impossível, o improvável, o que ainda não fecundou.
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Um comentário:
perfeito seu texto ! amei as palavras.
estou seguindo, e fique a vontade para seguir-me tambem.
www.lugardistante.blogspot.com
um grande abraço.
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