Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
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Tudo se acaba. Tudo chega e vai embora. Tudo! Queria tanto esticar os bons momentos, eternizar os melhores abraços, aquela risada gostosa que me enche de esperança pelo momento presente. Como queria que as pessoas fossem eternas, que o mundo não fosse mesquinho, que a vida eterna realmente existisse. Quero acreditar que vou ser muito mais feliz. Não quero desistir, nunca, vou tentar, tentar e tentar. Sem amarras, sem vírgulas, sem ponto final, só reticências. Sim, porque desejo que tudo continue: as brincadeiras, as amizades, os sorrisos e os abraços. Falo muito de abraço nos meus textos. Sim, porque é disso que o mundo precisa, é disso que eu preciso: realizar um sonho de abraçar um amigo que não vejo há mais de 15 anos...Ah, vida! Como é bom viver, como seria bom viver melhor em tua plenitude. Hipérboles, sempre! Hiperbolicamente feliz. Sim, amém!
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Um comentário:
amei teu blog, parabens !
gostaria que visitasse meu cantinho...
www.lugardistante.blogspot.com
desde ja agradeço. E um grande abraço.
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