Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Filosofia barata
Amigos somem, crianças gritam a chegada de um novo mundo. Mulheres parindo, lágrimas de alguém que acaba de chegar ao mundo da superficialidade. Homens se matando, mulheres entregando-se à prostituição. Prostituição latu sensu. Que vai além, muito além de um abrir de pernas e uma cama. Prostituição da alma, do espírito, da consciência. Este mundo ainda vai se acabar, e não será com fogos de artifícios, nem com serpentinas de despedida, mas com cinzas de uma quarta-feira que nunca há de chegar.
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