Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Ternura no mundo
Às vezes eu fico pensando no quanto as pessoas são estranhas. Há gente que tem abuso de gente. Como pode isso? E o amor para dar? Desde que tinha uns 13 anos, que decidi amar o ser humano, mas não quero dizer que é fácil, não, pelo contrário, o ser humano é demasiadamente complicado, mas quem disse que gosto de coisas (lê-se pessoas) simples. Gosto mesmo é do quase-impossível, do quase-não tem jeito, gosto das pessoas difíceis, daquelas que não deixam por menos quando o assunto é amizade. Tem gente que luta contra o amor, eu não. Tenho ternura nas mãos, então quando toco em alguém, transmito uma porção de coisas boas, dignas de paixão. Eu amo sempre, todos os dias, não deixo de amar nenhum dia. Sou viciado em amar, viciado em abraços, em ternura nas mãos, no corpo e na mente. Quero que as pessoas explodam de tanto amor que vou dar, de tanta alegria que quero causar. Quero que o mundo derrame lágrimas de felicidade e que as pessoas, todas elas, me amem em troca de tudo isso.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário