Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Solidão
De todas as dores, a solidão é a única que mata aos poucos, no movimento dos ponteiros, na dança das horas. É o mal que me faz escrever exageros sem perceber que exagerar é nada mais que uma fuga...da solidão, ué! Escrevo por não ter com quem conversar neste exato momento. A dor que sinto vira palavras, às vezes se reinventa em poesia, mas no final das contas, tudo termina inacabado.
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Um comentário:
muitas vezes compartilhei a solidão com as palavras também... muito bonito!
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