Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Simpatia
“Começa mesmo assim, olha, menina: você coloca um pouco de açúcar numa xícara bonita, deixa cair uma gotinha de chuva e, pra terminar, sopra bem de leve, com carinho, ‘todo amor que houver nessa vida’. Pronto, agora é só dar para seu benzinho beber e esperar o dia amanhecer, que ele vem loguinho correndo para te abraçar.”
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