Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Da solidão no meio dos outros
É quando me sinto só, mesmo em meio a tanta gente, que escrevo poemas de profundo encantamento com o mundo. Não o meu mundo, mas o mundo das pequenas coisas. Os instantes me hipnotizam de tal forma que deixo de ser eu para ser a poeira das ruas, o vento nas folhas, a manga madura. Tento ser o que o instante é: abismal.
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