Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Alguma coisa atravessa o mar que há dentro de mim. Mar profundo de água suja. Sinto uma sujeira enorme no meu mar. Alguma sensação estranha de perda ou ganho repentino, já que perder ou ganhar sem que se espere pode causar a mesma dor, dependendo do caso. “Alguma coisa acontece no meu coração”. Nada de Ipiranga ou Avenida São João. A curva, aqui, em mim, agora, liga a alma à vontade de gritar. E eu grito! Silenciosamente.
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