Ele era muito calado, vivia dentro do seu casco, como fazem as tartarugas. Depois começou a escrever, então conheceu o que havia dentro dos cascos dos outros.
Tiago Nascimento
Recifense. Escritor compulsivo. Poeta por acidente. Professor de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Redação. Estudante de Letras por paixão. Estudante de Direito por deslize.
Aff!
Triste do dia em que me aborreço com alguma coisa. A gente não pode nem brincar, nem se divertir um pouco com os amigos e amigas, que as pessoas surgem logo com repressões. Mas não é isso que mata. Não é a tristeza, não é a saudade, nem a raiva. É um saco quando alguém não entende nada e, por não entender, acaba causando um enorme borrão numa coisa que chamamos de vida. É preciso imaginar mais do que ser, muitas vezes. E isso é horrível. Prefiro viver a ter que passar o resto da minha existência querendo sem realizar. As pessoas são únicas, já disse isso, mas as idiotices são muitas, tantas... E meus nervos não são de aço. Prontofalei.
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